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Tecnologia da informação e comunicação (TIC
O desenvolvimento de hardwares e softwares garante a operacionalização da comunicação e dos processos decorrentes em meios virtuais. No entanto, foi a popularização da internet que potencializou o uso das TICs em diversos campos.
Através da internet, novos sistemas de comunicação e informação foram criados, formando uma verdadeira rede. Criações como o e-mail, o chat, os fóruns, a agenda de grupo online, comunidades virtuais, web cam, entre outros, revolucionaram os relacionamentos humanos.
As TICs representam ainda um avanço na educação a distância. Com a criação de ambientes virtuais de aprendizagem, os alunos têm a possibilidade de se relacionar, trocando informações e experiências. Os professores e/ou tutores tem a possibilidade de realizar trabalhos em grupos, debates, fóruns, dentre outras formas de tornar a aprendizagem mais significativa. Nesse sentido, a gestão do próprio conhecimento depende da infraestrutura e da vontade de cada indivíduo.
A democratização da informação, aliada a inclusão digital, pode se tornar um marco dessa civilização. Contudo, é necessário que se diferencie informação de conhecimento. Sem dúvida, vivemos na Era da Informação.
TEXTO SÍNTESE PARA O TRABALHO DE HISTÓRIA DO SEXTO ANO A & D
ROMA ANTIGA.
CAROS ALUNOS, LEIA O TEXTO COM ATENÇÃO E VEJA A POLÍTICA DO "PÃO E CIRCO" PROCURANDO REFLETIR SE HÁ ALGUMA SEMELHANÇA NESTA POLÍTICA COM OS DIAS ATUAIS EM NOSSA SOCIEDADE: CARNAVAL, FESTAS, DEESEMPREGO, ÊXODO RURAL E URBANO, FUTEBOL ETC.
FORMATAÇÃO DO TRABALHO: CAPA COM O TÍTULO, CONTRACAPA COM O TÍTULO E COM O NOME DO GRUPO E DO PROFESSOR, SÉRIE E NÚMERO DE CADA ALUNO, TEXTO E IMAGENS SOBRE A ´MONARQUIA, REPÚBLICA E IMPÉRIO. BOM TRABALHO, OTRABALHO DEVERÁ SER MANUSCRITO, PEÇA AJUDA PARA SEUS PAIS ABRAÇO E TCHAU CRIANÇADA. B-D
Introdução
A história de Roma Antiga é fascinante em função da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por esta civilização. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Dos romanos, herdamos uma série de características culturais. O direito romano, até os dias de hoje está presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.
Origem de Roma: explicação mitológica
Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rômulo e Remo. Segundo a mitologia romana, os gêmeos foram jogados no rio Tibre, na Itália. Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um casal de pastores. Adultos, retornam a cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.
Origens de Roma : explicação histórica e Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C)
De acordo com os historiadores, a fundação de Roma resulta da mistura de três povos que foram habitar a região da Península Itálica: gregos, etruscos e italiotas. Desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios ( nobres proprietários de terras ) e plebeus ( comerciantes, artesãos e pequenos proprietários ). O sistema político era a monarquia, já que a cidade era governada por um rei de origem patrícia.
A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.
República Romana (509 a.C. a 27 a.C)
Durante o período republicano, o senado Romano ganhou grande poder político. Os senadores, de origem patrícia, cuidavam das finanças públicas, da administração e da política externa. As atividades executivas eram exercidas pelos cônsules e pelos tribunos da plebe.
A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida.
Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu). Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).
Formação e Expansão do Império Romano
Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses, liderados pelo general Anibal, nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.
Com as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário. Povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o império. As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.
Principais imperadores romanos : Augusto (27 a.C. - 14 d.C), Tibério (14-37), Caligula (37-41), Nero (54-68), Marco Aurelio (161-180), Comodus (180-192).
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Pão e Circo |
Cultura Romana
A cultura romana foi muito influenciada pela cultura grega. Os romanos "copiaram" muitos aspectos da arte, pintura e arquitetura grega.
Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os senadores e membros da aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.
A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro cantos do império, dando origem na Idade Média, ao português, francês, italiano e espanhol.
A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica. Trata também da origem de seu povo e da cidade que deu origem ao império. Entre os principais mitos romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.
Religião Romana
Os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. A grande parte dos deuses romanos foram retirados do panteão grego, porém os nomes originais foram mudados. Muitos deuses de regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos. Os deuses eram antropomórficos, ou seja, possuíam características ( qualidades e defeitos ) de seres humanos, além de serem representados em forma humana. Além dos deuses principais, os romanos cultuavam também os deuses lares e penates. Estes deuses eram cultuados dentro das casas e protegiam a família.
Principais deuses romanos : Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres e Baco.
Crise e decadência do Império Romano
Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise econômica e política. A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo retiraram recursos para o investimento no exército romano. Com o fim das conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na produção agrícola. Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados das províncias.
Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações militares.
Os povos germânicos, tratados como bárbaros pelos romanos, estavam forçando a penetração pelas fronteiras do norte do império. No ano de 395, o imperador Teodósio resolve dividir o império em: Império Romano do Ocidente, com capital em Roma e Império Romano do Oriente (Império Bizantino), com capital em Constantinopla.
Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.
Legado Romano
Muitos aspectos culturais, científicos, artísticos e linguísticos romanos chegaram até os dias de hoje, enriquecendo a cultura ocidental. Podemos destacar como exemplos deste legado: o Direito Romano, técnicas de arquitetura, línguas latinas originárias do Latim (Português, Francês, Espanhol e Italiano), técnicas de artes plásticas, filosofia e literatura.
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Disputa e festa preservadas
Iphan conclui pesquisa documental para registrar bois-bumbás do Médio Amazonas como patrimônio cultural brasileiro
Garantido ou Caprichoso? A famosa disputa que divide a cidade de Parintins e praticamente iguala bois a clubes de futebol está prestes a se tornar patrimônio cultural do Brasil. A Superintendência Regional do Iphan, no Amazonas, concluiu em janeiro a pesquisa documental do processo para registrar os bois-bumbás do Médio Amazonas como parte fundamental da cultura brasileira, e agora inicia a fase de registros audiovisuais. Também serão preservados os festejos de Manaus, Itacoatiara, Itapiranga, Nova Olinda do Norte, Maués, Boa Vista do Ramos e Barreirinha.
Heloíza Araújo, superintendente substituta do Iphan-AM, explica que o objetivo é proteger as expressões culturais. “Essa manifestação artística ocorre em todo o território nacional. Só no Nordeste há 29 mil identificadas, mas apenas o bumba meu boi do Maranhão é registrado como patrimônio cultural. Por isso o interesse do Iphan em levantar informações do Médio Amazonas”, diz.
A origem das festas remete ao século XIX. O boi-bumbá apareceu na Amazônia com a chegada de cearenses e maranhenses durante o ciclo da borracha. “Vários costumes e tradições acabaram sendo filtrados e até mesmo adaptados para as circunstâncias encontradas aqui”, explica Heloíza.
Surgido no Nordeste, o bumba meu boi foi “exportado” para outras regiões com diferentes nomes. Na Amazônia – onde a festa ganhou destaque nacional – ele foi batizado de boi-bumbá. “As lendas amazônicas, a presença do indígena, tudo isso foi adicionado ao contexto do bumba meu boi”, acrescenta a superintendente.
Se hoje o Iphan pretende registrar o boi-bumbá como patrimônio cultural brasileiro, não se pode dizer que a festa tenha sido sempre bem recebida. No início, havia rejeição aos festejos, como explica o antropólogo e historiador Sérgio Ferretti. “As primeiras documentações eram sempre para reclamar do barulho, da desordem. Sempre algo negativo. Não se sabe exatamente como tudo começou, mas se sabe que já havia protestos desde o início”, conta.
Segundo o especialista, os bois ainda foram reprimidos pelo próprio poder público. “A festa era popular, tinha presença do negro, do pobre. Até os anos 1950 o boi nem podia se movimentar livremente pela cidade. Só era permitido em certas partes. Os governos os associavam à violência também”, analisa Ferretti.
A festa só começou a ganhar status positivo diante de outros setores da sociedade quando passou a ser valorizada por intelectuais e, principalmente, em função de gerar turismo e renda. “A partir dos anos 1960, os bois passaram a ser vistos como expressão da nossa identidade”, conta o pesquisador.
Agora o Iphan vai fazer diversos registros dos bois amazonenses. Fotos, vídeos, entrevistas com trabalhadores envolvidos nas festas e material iconográfico serão recolhidos ao longo do ano para montar o dossiê de registro como patrimônio cultural. O trabalho só deve ser concluído em 2014.
Cultura da Tragédia
Por: Lucas Thadeu Rennó
Violência, corrupção, tragédia, sangue e morte viraram atrações na televisão. Agora a tecnologia traz o pão e circo romano sem precisarmos sair de casa. No conforto do sofá podemos ver o próximo tomar um tiro na cara, ser sequestrado, ou morrer queimado no trabalho e criticar sem sair de casa. Ao simples toque de um botão podemos orar por todos esses pobres coitados, me incluo nesses também, que sofreram, com as intempéries da sociedade e de mentes sórdidas que andam livremente nas ruas, aclamados por leis que facilitam o crime. A mídia vende uma cultura da tragédia, pois, isto dá dinheiro. Durante o intervalo você pode aliviar as tensões e ver uma bela propaganda de um banco, uma grande multinacional ou mesmo um grande grupo de atacado e varejo ansiosos a adquirir novos clientes. Bem vindos ao pão e circo do século vinte e um.
Ler é o Melhor Caminho.
Por Lucas Thadeu Rennó
A escrita surgiu, aproximadamente, em 4000 a.C. Já as origens do alfabeto são bem mais recentes: vestígios encontrados em 1990 indicam que as primeiras letras foram criadas em 2000 a.C.
O Brasil foi “descoberto” há 513 anos e pra cá vieram todo tipo de pessoas.
Pobres, degenerados, os homens bons, que cuidavam da organização social e escolhas das governanças.
As distinções eram mínimas e as condições de vida eram quase as mesmas apesar dos graus de hierarquia social, entretanto, a vida na selva fazia com que todos tivessem o mesmo patamar de vida.
A Leitura e os ensinamentos estavam a cargo dos clérigos da Companhia de Jesus de Inácio de Loyola, os famosos jesuítas, preocupados com o conhecimento da cultura local e também em inserir a cultura religiosa aos indígenas, promoveram um sincretismo cultural e ensinaram aos índios o poder da leitura e do conhecimento das letras. Absorveram o conhecimento e utilizaram-no para questionar a coroa que queria escravizá-los.
Tiveram seus pedidos analisados pela igreja e atendidos, não adaptaram aos modos de exploração aos quais os africanos estavam adaptados.
Quinhentos anos se passaram, o que era para estar desenvolvido obteve um retrocesso nunca antes visto: uma sociedade de estúpidos está se formando, de ágrafos e não leitores, transformam-se destarte, em massa de manobra nas mãos de políticos e pessoas mal intencionadas. A leitura é o melhor caminho para desvencilhar tal situação que está ficando caótica.
O Tempo e a História
História: é a ciência dos acontecimentos humanos ao longo do tempo. Estuda o passado dos homens e das nações, seu modo de vida, seus conhecimentos, fatos ocorridos e suas reações através do tempo. A História estuda o passado com o objetivo de explicar o presente.
Tempo: para a História o tempo seria o meio semelhante ao espaço em que se desenvolvem os acontecimentos. Para a Física, o tempo seria a medida de duração dos fenômenos, permitindo assim assinalar a sucessão dos eventos. O tempo é uma mudança contínua pela qual o presente se converte em passado.
Fontes Históricas: para conhecer o passado os historiadores recorrem às fontes históricas, que são todos os vestígios deixados pelo ser humano ao longo do tempo. Podem ser escritas como documentos, leis, registros de negócios, cartas, livros, biografias, etc. Ou não escritas, como monumentos, fotografias, armas utensílios domésticos, ferramentas, etc.
Cada povo, e em cada época, possui uma concepção diferente do tempo e História. A relação que desenvolvemos hoje com o tempo através das atividades do cotidiano, como trabalho e lazer, é diferente da relação que as pessoas mantinham com o tempo no passado, mesmo no mundo Ocidental onde vivemos.
No estudo da História é importante conhecer outras sociedades. E é a cultura que define em muitos aspectos a sociedade.
Cultura: se refere as maneiras como as pessoas entendem o mundo, suas práticas religiosas, os papéis atribuídos aos homens e às mulheres, a criatividade humana na arte, na música, na arquitetura, a linguagem e outros.
Como o tempo é contado?
1. Calendários são sistemas de contagem que utilizam unidades temporais como dia, mês e ano.
Tipos de Calendários
a) Calendário Cristão : utilizado pela maioria dos países ocidentais. Marca os anos a partir do nascimento de Cristo. Foi adotado em 1582, através do papa Gregório XIII.
a.C. antes de Cristo
d.C. depois de Cristo
b)Calendário Muçulmano: utilizado em países de religião mulçumana. Marca os anos a partir da fuga de Maomé para Meca, em 622.
c)Calendário Hebraico: Calendário Hebraico : utilizado em países de religião judaica. Marca os anos a partir de uma referência bíblica do que seria a criação do mundo, situada no ano 3760 a.C.
2. Periodização da História - A divisão da História em períodos, para facilitar seu estudo. Através de uma concepção eurocêntrica do mundo, difundiu-se uma linha do tempo baseada em eventos ligados ao contexto do continente europeu.
Linha do tempo: Antiguidade ou Idade Antiga (+ ou - 3200 aC a 476 dC); Idade Média ou Medieval (476-1453 dC); Idade Moderna ou Modernidade (1453-1789); Idade Contemporânea (1789-hoje).
3. Século: período de 100 anos, contando do ano 1 ao 100, do 101 ao 200 e assim sucessivamente.
Como converter anos em séculos?
1- Se o ano terminar em 00, permanece o(s) dígito(s) inicial(is), convertido(s) em século.
Exemplo: 1200=séc.XII; 300=séc.III
2- Se o ano não terminar em 00, acrescenta-se 1 ao(s) dígito(s) inicial(is), convertido(s) em século.
Exemplo: 1756=séc.XVIII; 101=séc.II
Como converter séculos em anos?
1- Converte-se o(s) dígito(s) inicial(is), do romano ao cardinal, acresentando dois zeros. Este é o ano final.
Exemplo: séc.XVI=16+00=1600
Em seguida, subtrai 99 do número, encontrando, assim, o ano inicial.
Exemplo: 1600 - 99=1501
Ou seja, o séc.XVI inicia em 1501 e termina em 1600.





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